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sexta-feira, 2 de março de 2018

Resenha do filme nacional Turbulência

Hey gente!

Fazia muito tempo que eu não assistia um filme novo, não novo no sentido que acabou de estrear, mas sim um filme novo que eu já não tivesse assistido antes, até por que ultimamente não tive interesse de assistir aos filmes que eu encontrava e acabava assistindo algum que eu já tinha assistido.

Eis que mesmo sem saco pra assistir, decidi que ia assistir a esse filme que acabei encontrando por acaso. E uma palavra que representa muito bem esse filme é a palavra acaso.
Beto (Arthur Vinciprova) e Ágatha (Monique Alfradique) se conhecem numa viagem de avião e a química é instantânea. As personalidades opostas, no entanto, colidem e eles passam por inúmeras idas e vindas, encontros e desencontros testemunhados sempre por Cláudio (Bruno Gissoni), primo hiperativo de Beto, e Paula (Lua Blanco), melhor amiga de Ághata. No fundo os quatro querem a mesma coisa: amar.
Beto e Ágatha se conheceram com apenas 17 anos, em uma viagem de avião e o mais por acaso possível. Nessa viagem, apesar de ter rolado uma baita de uma química, eles não trocam nada mais do que os primeiros nomes. Após um ano separados, eles se reencontram da maneira mais improvável de acontecer. O primo Cláudio apresentou a sua nova namorada e adivinhem quem é: isso mesmo, a Ágatha!!! 
Resumindo as próximas cenas, eles se desencontram e passam mais cinco anos para poder se reencontrar, agora com 23 anos, depois passam mais dois anos longe e por aí vai. Esses desencontros acontecem junto com o primo do Beto e da melhor amiga de Ágatha, a Paula, ambos deixam a história mais engraçada por serem bem doidinhos. 

Antes de começar a assistir pensei que poderia ser algo do tipo amor e turbulência que eu contei aqui que não tinha gostado, mas não foi.

Confesso que achei chatinho de início, mas gostei muito de não ter desistido de assistir. 
É daqueles filmes que te faz passar o tempo e você acaba gostando dele, sabe? Além de indiretamente te dar aquela lição clichê de "não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje" ou "o futuro a Deus pertence", lições essas que eu preciso seguir, aliás.

Não tem muito pra falar desse filme. O cenário realmente tem esses pulos de desencontros e a cada pulo vemos os personagens mudando, "crescendo". Nunca tinha assistido a um filme assim e gostei.

Ahh, uma coisa que me incomodou muito no início foi a maneira do filme de ser gravado. Sério, parecia que era filme feito por estudantes com celulares. É diferente do que estamos acostumados. Depois que me envolvi com a trama, já era!

Espero que tenham gostado!

Quem já assistiu?

Beijos, Lah!

2 comentários:

Obaaaa, muito obrigada por comentar, volte sempre! Beijoss!

 
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