enfim resolvido

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Resenha do livro Três é Demais #3 - Ali Cronin

via @enfimresolvidoblog
Hey gente!

Já contei o que achei dos livros Nada é para sempre e Dizem por aí, agora é a vez do livro três é demais, narrado pela Cass.

Título Original: Three's a Crowd
Autora: Ali Cronin
Editora: Editora Seguinte
Número de Páginas: 304
Ano: 2013
Cass está entre as mais inteligentes da classe. Tem uma família carinhosa, amigos incríveis, um namorado lindo, um futuro brilhante. Sua vida é perfeita - ou pelo menos é o que parece. Seus amigos sempre deixaram claro que não aprovam seu namorado. Para piorar, seu melhor amigo se declarou para ela - e Cass não sabe como dizer não sem machucá-lo. Na escola, ela está uma pilha de nervos desde que fez a entrevista para tentar uma vaga em Cambridge. Sua confiança vai por água abaixo quando ela tira nota C num trabalho de política do colégio. Pouco a pouco, a vida de conto de fadas de Cass vai desmoronando, e ela terá que se esforçar muito para administrar os “pequenos” percalços que vão surgindo pelo caminho e ao mesmo tempo resolver seus grandes dilemas.
Começo a resenha contando que eu pensava que esse livro seria o pior da série garota S2 garota, mas me surpreendi. Adorei conhecer a Cass de pertinho!

Bom, para começo de conversa, o livro Três é demais é narrado pela Cass, namorada de Adam e o motivo real para eu pensar que o livro não seria bom, pois nos livros anteriores ficou claro que os amigos dela não gostavam dele. 
Adam detestava os meus amigos. Eu detestava que ele os detestasse, mas não podia fazer nada a respeito. Eles também o odiavam, é claro.
Entendemos o motivo do desentendimento entre eles, o que a Cass pensava sobre, o que o Adam pensava dos amigos dela e o que os amigos também pensavam e falavam do namoro deles. 

Eis que, de início Adam era bastante carinhoso com Cass. Eles se conheceram em uma festa na casa dela, já que ele e o irmão de Cass (Charlie) eram amigos 

Por ele não gostar dos amigos de Cass, ela por muitas vezes deixava de fazer algo para não deixá-lo com raiva, já que ele era muito ciumento (Alô relacionamento abusivo). Entre muitas outras coisas que não vem ao caso contar para vocês. Tudo isso durante 4 anos de namoro

Eis que nesse meio, aparece o sentimento de Jack por Cass, não que suas amigas ainda não tivessem percebido, mas o assunto ficou evidente por ser a Cass quem estava narrando. Ele era o seu melhor amigo e por algum motivo não evidente, Jack pensou que poderia ter chance com ela. 

A garota estava se sentindo muito pressionada: tinha seus amigos e seu namorado que não se davam bem, tinha sua mãe querendo que ela fizesse a faculdade de Cambridge sendo que ela queria ficar próxima de seu namorado, seu melhor amigo que tinha se declarado e ainda tinha Tom, um garoto que havia conhecido na entrevista para a faculdade e não parava de pensar nele. 

Ela não sabia mais o que fazer e eu totalmente me enxerguei na Cass nessa idade. Eu sou muito indecisa e já fiz coisas para evitar “brigas” com um namorado que estava muito apaixonada, que nem ela por Adam. Meu melhor amigo já foi afim de mim e eu também não queria ir para o meu antigo curso de informática apesar dos meus pais quererem. 

É normal todo adolescente passar por isso. Aqui entra o fato de que Ali Cronin fala de adolescentes para adolescentes. 

Enfim, Cass passou a dar valor as coisas e listar o que realmente era importante na sua vida
Uma música sobre enxergar bem depois da chuva passou pela minha cabeça. Adam era a chuva. E meu futuro era brilhante. Brilhante como o sol!
Com todos te ajudando, as escolhas dela foram feitas e sem muitos detalhes, por que 1) não tem lógica eu dizer para vocês o final e 2) o livro não conta muito o final.

Minha classificação: 4 de 5.

Gostei muito da leitura. Cada vez eu me surpreendo mais com a autora, confesso que pensei que seria mais um livro bobinho quando comecei a ler a série, mas me surpreendi. 

Os personagens continuam sendo nossos amigos íntimos e a cada livro conhecemos um pouco mais sobre eles. 

Continuo amado o Ollie, torcendo para que ele seja feliz e eu possa conhecer um pouco mais. Ansiosa pela leitura do quinto livro que é narrado por ele yayyyy!!!

Não é um livro maravilhoso, por isso não dei a classificação máxima. É um livro gostoso de se ler, a leitura é simples e consegui finalizar em um dia, assim como os outros dois, mas não foi aquele que ganhou meu coração apesar de se parecer um pouco com minha adolescência

Espero que tenham gostado!

Beijos, Lah!

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Vai ter adaptação do livro para todos os garotos que já amei

Hey gente!

PARAAAAAAA O MUNDO que eu quero comemorar!!! O que acharam da novidade? PARA TODOS OS GAROTOS QUE JÁ AMEI VAI VIRAR FILME!!! AAAAAAAAAAA!!! Eu não me aguento de emoção desde que a editora intrínseca confirmou esse fato histórico.

Eu não sei onde eu estava durante esse tempo ou se a novidade ainda não havia sido compartilhada e estavam tentando fazer surpresa, mas acabei de descobrir e só quero dizer a todos que o livro vai virar filme!!! YAYYYYYYYYY

Eu contei na resenha do livro ps ainda amo você que a Overbrook Entertaiment (produtora de Will Smith) adquiriu os diretos para a adaptação, mas nem levei muito a sério por que pensei logo na série A Seleção que também vai virar filme e até agora nada. A adaptação está sendo produzida junto com a Awesomeness Films.

Eis que passeando pelo instagram vejo essa novidade e logo quis compartilhar com vocês. 

A direção vai ser de Susan Johnson e roteiro de Sofia Alvarez. E as gravações já começaram em Vancouver, no Canadá, mas ainda não temos informações sobre a data de lançamento. 

Sobre os personagens, vamos lá!

Lana Condor - Lara Jean
A apaixonada Lara Jean vai ser interpretada pela Lana Condor que fez o filme X-Men: Apocalipse. Se eu já assisti? Não, mas estou ansiosa para vê-la na pele da LJ.

Noah Centineo - Peter Kavinsky
O meu querido Peter com certeza é um dos personagens que mais os fãs esperavam saber o ator que faria o papel, por que assim como eu, ele deixou várias leitoras apaixonadas.

Confesso que meu Peter dos sonhos não se parece com o Noah. Pensei no Douglas Booth quando li pela primeira vez, mas atualmente poderia citar outros que se encaixaria perfeitamente para o papel. 

Israel Broussard - Josh
O ator que mais me lembrou o personagem dos meus sonhos foi o Israel. Também pensei na possibilidade do fofo do Nick Robinson.

Gostei muito dessa escolha. 

Janel Parrish - Margot
A Janel fez Pretty Little Liars, mas também nunca assisti e nem conhecia.

Anna Cathcart - Kitty
A irmã da Lara Jean era outra personagem que eu estava muito ansiosa para descobrir qual atriz faria o papel. A Kitty é um dos personagens mais amorzinhos que me apeguei e confesso que foi a escolha mais nada a ver que eu poderia imaginar.

A Anna não é nada do que imaginei para a Kitty, mas sofro de um problema chamado "na maioria das vezes eu não levo em conta as características físicas citadas nos livros e imagino uma personagem nada a ver".

John Corbett - pai de Lara Jean
O pai das irmãs Song vai ser interpretado pelo John Corbett que fez o Ian do filme Casamento Grego.

Quem será que vai interpretar a Genevieve? Queria muito que o John também participasse!!!

Apesar de eu não ter assistido aos filmes que esses atores participaram ou não lembrar (no caso de The Bling Ring que o Israel participou, assisti e não lembrei) não vejo a hora de ver essa adaptação nos cinemas.

ANSIOSA SIM OU CLAROOOOOOO??????

Para quem ainda não viu, resenhei os livros Para todos os garotos que já amei, ps. ainda amo você e Agora e para sempre, Lara Jean

O que acharam das escolhas dos personagens? 

Beijos, Lah!

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Resenha do livro Dizem por aí #2 - Ali Cronin

Hey gente!

Recentemente resenhei o primeiro livro da série Garota S2 Garoto e cá estou eu novamente para contar mais sobre esses jovens, agora pela visão da Ashley.

Título Original: Rumour Has It
Autora: Ali Cronin
Editora: Editora Seguinte
Número de Páginas: 280
Ano: 2013
Ashley sempre foi a mais descolada da turma. Aquela garota que sabe o que quer - festas e mais festas - e que, diferente das amigas, nunca gastou seu tempo sonhando com príncipes encantados. Mas tudo muda quando, um dia qualquer, ela vai ao cinema com sua melhor amiga e conhece Dylan: um garoto lindo, um pouco quieto, de olhos verdes e cabelos incríveis que acaba grudando na cabeça dela. Gostar de alguém de verdade estava sendo mais difícil do que parecia...
Olha as coisas melhorando... Lembram que falei que o primeiro livro não me animou? O livro dizem por aí, é narrado por Ashley e conhecemos um ponto de vista muito diferente dela do que vemos sendo narrado por Sarah.

Em um dia qualquer de cineminha com os amigos, Ashley conhece Dylan, o amigo do primo de Donna e desde então algo estranho aconteceu, por que ela não parava de pensar nele.

De inicio, ele não demonstrava algum interesse por ela, mas logo depois (bem depois mesmo) conhecemos um Dylan bem mais romântico. Era como se quando eles estivessem sozinhos fosse um príncipe, mas em festas ou algo do tipo era como se ela não existisse.

Eis que surgem as indagações: será que ele gostava dela e era tímido ou não queria nada com ela? Só alguma dessas perguntas respondiam o por que de Dylan não ter dito nada para ela.

Ash era uma garota legal. O problema era que ela sempre bebia demais e acabava transando com qualquer cara nas festas. Seus amigos sempre a aconselhavam, até que finalmente ela decidiu que não queria ser a velha Ashley que chegava em casa bêbada sem lembrar de quase nada e principalmente aquela que fazia besteiras.

Sobre os amigos Sarah, Ash, Cass, Donna, Rich, Ollie e Jack: é muito bom conhecer cada um de pertinho a cada livro. Lendo esse livro conhecemos melhor os personagens e já estou imaginando que irei sentir falta deles com o término da leitura.
Minha vida era feita de momentos como este: sozinha com meus melhores amigos em um salão aleatório, ao lado de uma máquina de Jukebox de verdade, totalmente confortável e sem vergonha de parecer idiota na frente dos outros.
O que o primeiro livro não tinha de romance, esse agora tem. Não é aquele livro que te prenda pelo romance, que você acha fofinho a história dos protagonistas de início, mas quando eles realmente aparecem como casal é a coisa mais lindinha de se ler.
Será que ele seria supersimpático comigo naquela noite e depois me ignoraria até a próxima vez que decidisse me dar atenção? Eu estava confusa, mas não iria perder tempo analisando a situação. Pelo menos não naquele momento. Afinal, eu não estava declarando amor eterno. Por enquanto, estar perto dele, conversando com ele, bastava.
Minha classificação: 4 de 5.

O livro é bom, a leitura flui muito bem, podemos conhecer melhores os outros personagens e achei melhor do que o primeiro, com certeza.

Sobre alguns personagens nesse livro especificadamente (Lembrando que minha opinião pode mudar, já que são SEIS livros para conhecer profundamente todos eles): Eu estou amando o Ollie, sinceramente. Cass por mais que seja uma pessoa legal, já está ficando chato a historia dela com o namorado Adam. Sarah, por mais cansativa que a historia dela ficou, está parecendo ser bem legal e estou gostando muito das vezes que ela aparece. O fato é que ela era uma pessoa muito legal, mas ficou chatinha por causa do Joe, o boy que não queria nada sério com ela. Então isso que a tornou chata. E Ash, que estou me surpreendendo e adorando.

Espero que tenham gostado!

Me contem o que vocês acharam da resenha!

Beijos, Lah!

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Resenha do filme O Mínimo para Viver (To the Bone), original Netlflix

Hey gente!

Estreou hoje no catálogo da Netflix o filme "O Mínimo para Viver", estrelado pela Lily Collins e Keanu Reeves (Matrix).  
Uma jovem de 20 anos sofrendo de anorexia embarca em uma emocionante jornada de autodescoberta em um grupo liderado por um médico pouco convencional.
O filme conta sobre a Ellen, uma garota que sofre anorexia e é levada a um novo médico que trabalha com uma temática diferente dos que ela já foi. 

Chegando na sua nova casa, ela encontra outras pessoas que também sofrem algum transtorno alimentar. O grupo é pequeno, porém, ela consegue resgatar o melhor de cada um. 

As características da personagem são muito bem descritas, desde não comer (ou mastigar e cuspir) até caminhar/fazer abdominais para não engordar. Ela também ficava calculando quantas calorias tinha em cada coisa.
O filme descreve a realidade que muitas pessoas passam, mas por muitas vezes achamos bobagem: ora mais, como é que uma pessoa não consegue comer?

O filme mostrou de maneira clara e delicada esse assunto tão sério.

É basicamente um alerta de como a sociedade pode moldar uma pessoa. Muitas pessoas fazem o absurdo para se enquadrar nos padrões impostos da sociedade.

Talvez, há quem pense que esse assunto já é até ultrapassado, mas não deixa e nunca irá deixar de ser importante a ser debatido, até por que se continuar assim, cada vez mais gente vai acabar passando por isso apenas para não ser julgado pela sociedade.

A caracterização da Lily foi impecavelmente incrível. Ela precisou emagrecer muito. 
Temos outros rostinhos conhecidos no filme, como a Liana Liberato que atuou nos filmes Se eu ficar e o Melhor de Mim e a Ciara Bravo, que fez a série Big Time Rush.

E aprendi com a Karol Pinheiro, dizer que uma pessoa está magra não é um elogio. 

Lembrem-se, procurem ajuda profissional se você ou algum conhecido estiverem passando por algum transtorno alimentar.

Espero que tenham gostado!

Beijos, Lah!

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Resenha do livro Agora e Para sempre, Lara Jean - Jenny Han

Hey gente!

Finalmente foi publicado o terceiro e último livro da série Para todos os garotos que já amei YAYYYY!!! Para quem ainda não viu, tem resenha dos livros Para todos os garotos que já amei e ps ainda amo você.

Se você ainda não leu nenhum livro da série, provavelmente vai ter alguns spoilers já na sinopse.

Título Original: Always and Forever, Lara Jean
Autora: Jenny Han
Editora: Intrínseca
Número de Páginas: 304
Ano: 2017
Na surpreendente e emocionante conclusão da série, o último ano de Lara Jean no colégio não podia estar melhor: ela está apaixonadíssima pelo namorado, Peter; seu pai vai se casar em breve com a vizinha, a sra. Rothschild; e sua irmã mais velha, Margot, vai passar o verão em casa. Mas, por mais que esteja se divertindo muito — organizando o casamento do pai e fazendo planos para os passeios de turma e para o baile de formatura —, Lara Jean não pode ignorar as grandes decisões que precisa tomar, e a principal delas envolve a universidade na qual vai estudar. A menina viu Margot passar pelos mesmos questionamentos, e agora é ela quem precisa decidir se vai deixar sua família — e, quem sabe, o amor de sua vida — para trás. Quando o coração e a razão apontam para direções diferentes, qual deles se deve ouvir?
Em Agora e Para sempre, Lara Jean, vemos um cenário de um ano depois do final do primeiro livro. Lara Jean agora prestes a completar 18 e tendo que tomar decisões importantes para sua vida, as mesmas que sua irmã também precisou tomar.

O namoro com o meu amorzinho Peter continua firme e forte e esse garoto me surpreendeu muito mais do que eu imaginei que fosse capaz. Um dos meus maiores medos era que a autora destruísse a imagem que eu tinha criado dos personagens, principalmente sobre o ele e John (que eu também queria para mim).
Tenho a sensação de que, quando eu tiver a idade de Stormy, as minhas grandes lembranças vão ser destes momentos do dia a dia: a cabeça de Peter inclinada, mordendo um cookie com gotas de chocolate; o sol entrando pela janela do refeitório, refletindo em seu cabelo castanho; ele olhando para mim.
Uma das características que eu mais gostava e me identificava na Lara Jean era o romantismo dela, que eu percebi (não sei vocês) que diminuiu um pouco nesse livro. Talvez por que a autora resolveu moldar novas características pela protagonista estar passando por uma nova fase da vida.

Digo isso por que tive que reler os dois primeiros livros da série para não esquecer os detalhes, sou dessas haha
Peter viajou para o fim de semana de treino. Só tem um dia, e já estou com tanta saudade quanto sinto do Natal quando ainda estamos em julho. Peter é meu chocolate quente, minhas luvinhas vermelhas, minha manhã de Natal.
Lembram que falei que senti falta de detalhes importantes do segundo livro antes de anunciarem que iria ter uma continuação? Os questionamentos foram respondidos, mas surgiram outros que a autora não trabalhou.

Se fosse para colocar uma ordem do meu amor pelos livros seria primeiro para todos os garotos que já amei, seguido por agora e para sempre, Lara Jean e por último ps ainda amo você, por que teve muita briguinha e não gosto disso.
Mas o item mais importante que incluí foi minha carta, aquela que escrevi tanto tempo atrás, a que nos uniu. Eu queria guardá-la, mas achei que o certo seria entregá-la a Peter. Um dia, tudo isso será uma prova — uma prova de que estávamos aqui, de que estávamos apaixonados. É uma garantia de que, não importa o que aconteça, esta época foi só nossa.
Minha classificação: 5 de 5.

Eu estava esperando MUITO por essa continuação e na medida do possível Jenny Han não me decepcionou.

Josh que muito apareceu nos dois primeiros livros, quase que não aparece nesse. Igualmente para Genevieve.

A Lara Jean parecia mais certinha que nunca nesse livro, Peter até comentou isso.

Senti falta de momentos importantes que a autora poderia ter escrito, mas ela revelou nos agradecimentos que não vai fazer outro livro sobre a série.

Senti falta de um epílogo (pelo menos) falando como seria a rotina da Lara Jean na faculdade.

Kitty mais apaixonante que nunca. Queria uma irmã mais nova e um namorado como Kitty e Peter. Também acho lindo a amizade deles. É pedir muito, produção?

Essa série vai deixar muitas saudades, mas sempre irão estar por aqui para nos fazer lembrar, né?

Espero que tenham gostado!

Quem já leu? Quero opiniões, viu!!!

Beijos, Lah!

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Resenha do livro Boston Boys #1 - Giulia Paim

Hey gente!

Me deparei com o livro Boston Boys por acaso e resolvi ler por ser uma história típica de adolescente mamão com açúcar que eu AMO ler!

Título Original: Boston Boys
Autora: Giulia Paim
Editora: Globo Alt
Número de Páginas: 360
Ano: 2017
O sonho de toda adolescente se realizou para Ronnie Adams: o maior astro pop da TV foi morar na casa dela. Ela deveria estar vibrando, como qualquer garota normal, mas na verdade está odiando a ideia. Ela não vê a menor graça em Boston Boys, programa sobre a vida de três integrantes de uma boyband, e acha os garotos uns babacas. Agora ela terá que se acostumar com a stalker no 1 dos garotos plantada em seu gramado, frequentar festas glamorosas e lidar com paparazzis, resolver uma guerra de fofocas on-line e até fazer uma viagem internacional. Em meio a tantas novas aventuras, Ronnie se envolve cada vez mais com os Boston Boys e percebe aos poucos que, no mundo da fama, nem tudo é o que parece ser...
Imagina você morando com seu ídolo e convivendo com o trio mais amado desse mundão pelo público teen?

Com certeza essa pessoa tiraria a sorte grande, não é mesmo? Mas isso apenas para quem realmente almejava por isso.

Claro que não é o caso da Ronnie Adams que viu seu mundo virar de cabeça para baixo com a chegada do trio Boston Boys e principalmente com a mudança repentina de Mason para sua casa. O vocalista e guitarrista da boyband era o mais irritante na opinião dela e ia ser difícil conviver com ele.
Mason McDougal, o cantor – que eu aposto que só faz playback – e guitarrista da banda, conhecido como “o conquistador”. Este é o pior. O carinha-bonita-mor, que é o mais metido dos três, e que vive com garotas aos seus pés. O que leva uma pessoa em sã consciência a fazer isso?! Se rebaixar a ponto de viver em função desse mala? Mas, claro, como eu disse antes, sou a única garota no mundo que pensa desse jeito. Então eu sou a ovelha negra, a errada, conhecida como “a diferente”. Mas nunca me importei com isso, não ia mudar minha opinião sobre eles. Estava feliz por nunca tê-los conhecido e esperava que isso nunca acontecesse. Eu mal sabia o que me aguardava muito em breve.
A boyband é formada por Henry, Mason e Ryan. Henry, o inteligente. Ryan, o esportista. Mason, o conquistador. Eles tinham na faixa de 16 anos, um ano a mais que Ronnie.

A questão é que Suzie, a mãe da protagonista, virou a produtora dos garotos e precisava dar continuidade as gravações da série sobre a vida deles que antes eram gravadas em estúdios simulando Boston.

A mudança para Boston acarretou na mudança de Mason para a casa de Suzie, na qual também morava suas duas filhas Mary e Ronnie.

Ronnie é o tipo de garota pé no chão, que tem todo um cronograma sobre sua vida preparado, mora desde pequena em Boston e diferente de Mary, detestava o programa e os garotos.

A Mary pirou ao saber da novidade, já que era uma grande fã dos meninos e principalmente do Ryan. Ela tinha um amor platônico por ele e achei fofinho a maneira como ela demonstrava isso, por muitas vezes me tirou risos pela coragem. Imagina só seu amor platônica passar a conviver com você, sendo esse um dos meninos mais cobiçados do momento?
– Ela entendeu. Mas aparentemente vamos nos casar quando eu tiver 31 anos e ela 25.
Mason e eu começamos a rir.
– Só a baixinha mesmo… – Mason comentou.
A Mary me lembrou a Kitty de Para todos os garotos que já amei, por quem também morro de amores.

Pois é, minha gente... A vida de todos mudou. Ronnie passou de garota despercebida na escola para a maior ameaça das garotas.
No final do dia não aguentava mais ouvir o nome “Mason”. Mas nem todas as garotas vieram falar comigo animadas, na verdade. A maioria veio morrendo de raiva. Acharam um absurdo e uma injustiça a única garota da escola que detestava Boston Boys ter sido justamente a que passou a morar com o astro principal. Poxa! A culpa não era minha! Eu não pedi para isso acontecer!
Achei o Mason muito irritante com a Ronnie, mas a autora deixou entendido que teria um motivo específico e que ainda desconheço. Eu não amei o personagem, mas também não odiei. Ele sabia ter seus momentos legais e amáveis.

Gostei mais do Ryan, que parecia o mais paciente e carismático da turma, além do carinho que ele tinha com Mary, que me fez ficar mais apaixonada ainda.

Também achei o Henry um cara legal que daria certo com a Ronnie, masssss, já sabemos com quem a protagonista tende a ter seu final feliz, não é mesmo?
Caramba! Será que era algo tão impossível eu não cair de amores por Mason mesmo morando sob o mesmo teto que ele? Tá, tenho que admitir que não o odiava mais como antes, e depois que o conheci melhor, vi que ele era uma pessoa até… suportável. Mas isso não significava que o próximo passo seria eu me apaixonar por ele. Eu não queria me apaixonar por ele. Imagina o trabalho que daria namorar.
Também temos um espacinho no coração para a Jenny, melhor amiga da Ronnie. É daqueles personagens que provavelmente vai descrever sua melhor amiga de infância. Ela é engraçada e irônica, o que me faz lembrar de mim mesma haha Não tenho uma amiga como a Jenny, mas me acho parecida com ela.
Há sete meses eu era apenas uma garota com poucos amigos, cuja maior preocupação era o meu futuro promissor. Não percebi que estava esquecendo de viver o presente. E, graças a eles, agora eu podia aproveitá-lo sem pressa.
Minha classificação: 4 de 5.

Boston Boys é o primeiro livro da série que marca o início da carreira da autora carioca Giulia Paim. Outro motivo que me fez querer lê-lo e que vocês também deveriam.

A Giulia não me decepcionou. A história é um pouco arrastada, sem muitos acontecimentos marcantes e intensos, mas entendo devido o seu público alvo.

Tô muito ansiosa para ler o segundo livro sobre o Boston Boys.

É um livro que indico para quem gosta desse mundo adolescente junto com o mundo das boybands.

Espero que tenham gostado!

Quem também ama livros assim? haha

Beijos, Lah!

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Resenha do filme Paralisia (Stasis)

Hey gente!

Assisti ao filme Stasis (Paralisia) e resolvi contar minha opinião a vocês. Entrou recentemente no catálogo da Netflix e a sinopse chamou minha atenção.

Desde que assisti aos filmes dos Jogos Vorazes e li o livro O Ceifador (ambos possuem pegadas mais futuristas, com um mundo novo e realidade diferente da nossa), gostei de conhecer outras histórias que tinham essa temática. Queria muito que o nível do filme Paralisia permanecesse igual a eles, mas não aconteceu.

Título Original: Stasis
Direção: Nicole Jones-Dion
Gênero: Ação, Ficção Científica, Fantasia
Ano: 2017
Em um cenário apocalíptico, sobreviventes da última grande Guerra voltam no tempo com a esperança de mudar o futuro da humanidade.
Pela capa que tinha na Netflix eu pensei que seria um filme sobre guerra, algum documentário ou coisa do tipo. Me surpreendi quando vi a sinopse e fiquei curiosa para assistir.

Basicamente, o filme se passa em duas épocas. 2017 e 2067. De acordo com ele, daqui a 50 anos, já vamos ter a tecnologia de viajar no tempo.
Depois da última guerra que matou 7 bilhões de pessoas (ou seja, quase toda a população do mundo), algumas pessoas se voluntariaram para voltar no tempo e tentar mudar o futuro. Incluindo o agente Lancer e a agente Seattle.

O filme é divido em dois grupos: 1) o grupo que luta para voltar no tempo e mudar a situação e 2) o grupo que não deixa isso acontecer. É aquela velha batalha do bem e do mal que estamos acostumados a ver. 

Eles só conseguem voltar no tempo caso haja alguma morte ou quase isso. Foi o caso de Ava e Seattle. Após Ava sofrer uma overdose e quase morrer, Seattle foi enviada do futuro para usar o corpo da garota de 15 anos. O problema era que a Ava estava viva e vendo tudo, mas não podendo fazer quase nada. 
A questão é que o agente Lancer e a agente Seattle vão ter alguns probleminhas pela frente: 1) ele teve a sorte de pegar o corpo de um estudante de fraternidade, já ela pegou o de uma adolescente. Como seria a relação deles já que eles eram namorados? 2) o lado do mal estava cada vez mais complicando essa viagem no tempo, caso desse alguma coisa errada na base do lado do bem, possivelmente os dois agentes não poderiam voltar e agora? 3) eles realmente conseguiriam mudar o futuro? Não seria melhor começar uma vida nova num passado razoavelmente melhor que o futuro?

Olha... A história até que convenceu, mas a mistura de produção e atores não fez com que esse filme desse tão certo quanto o imaginado.
É daqueles filmes bons para passar o tempo apenas, mas que não muda sua vida em nada. 

Eu achei a história legal, mas sabe aquela sensação que o filme foi produzido com baixo orçamento? Acho que daria um baita filme se produzido em condições melhores ou com diferentes atores.

Uma das coisas que achei legal foi a mudança de personagem nas últimas cenas, já que eles podiam voltar em diferentes corpos no passado. Quem assistiu vai entender. 

Enfim, espero que tenham gostado!

Beijos, Lah!

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Resenha do livro Nada é Para sempre #1 - Ali Cronin

Hey gente!

Há algum tempo atrás me interessei pela série Garota S2 Garoto e finalmente resolvi contar a vocês o que achei. 

Basicamente, são seis livros que falam sobre seis amigos e suas fases adolescentes. Não é necessariamente um livro para cada personagem, mas conhecemos muito bem todos. 

Título Original: No Such Thing as Forever
Autora: Ali Cronin
Editora: Editora Seguinte
Número de Páginas: 272
Ano: 2012
Em seu grupo de amigos, Sarah sempre foi a “boa menina”. Um pouco careta, talvez, mas aquela com quem todos sabiam que podiam contar. Isso até que ela conhece Joe – um garoto mais velho, lindo e sedutor – durante as férias em Barcelona e acaba perdendo a virgindade com ele. De volta à Inglaterra e à companhia dos amigos, Sarah tenta manter uma relação à distância com Joe, que está na faculdade. Ele demora para responder suas mensagens de texto, não telefona, parece estar sempre ocupado. Mas quando os dois se encontram Sarah tem certeza de que devem ficar juntos, então faz de tudo para que sua relação seja especial. Seus amigos, por outro lado, não estão certos de que o rapaz a merece. Sarah acha que tudo não passa de inveja, e os atritos começam a surgir.
É muito bom quando lemos a sinopse de um livro que acabamos de conhecer e nos surpreendemos com a leitura, não é? Isso não acontece com o livro “Nada é para sempre” da autora Ali Cronin. O spoiler master desse livro é a própria sinopse.  

Comecei lendo o livro 0.5 (um conto – noite das garotas), que seria basicamente um capítulo que iniciaria o primeiro livro, da série garota S2 garoto (6 livros). Eu até que gostei, por que amo livros fofinhos, mamão com açúcar. 

O livro é narrado por Sarah, uma garota “certinha”, desajeitada com os garotos e que ainda é virgem, a única de suas melhores amigas Cass, Donna e Ashley. Além delas, Ollie, Rich e Jack fazem parte do grupo de seus melhores amigos.  

Em uma viagem de férias com seus pais e seu irmão Dan para a Espanha, Sarah conhece o jovem Joe, de 21 anos, 3 anos mais velho que ela. Ela perde a virgindade com ele. Até aí tudo ok, pensei. Uma história de amor de verão, fofinha e tal. 

Amei o Joe de início, mas logo desconfiei começar o livro com um casal bonitinho "formado"

Eis que acabando a viagem de férias, Joe precisa voltar para a faculdade em Londres e Sarah para o colegial em Brigton. Ele combina de ligar para ela e nada de sinal de fumaça durante três semanas. Até que ele dá o primeiro sinal, depois de semanas de frustração da garota. 

Ele era do tipo de garoto só entrava em contato quando estava procurando algo/alguém e só a Sarah que não percebia. Eis que resumindo: Joe era um babaca que só queria diversão com a garota

Como todos os assuntos começaram a ser sobre ele, as amigas decidiram dar um gelo em Sarah e afastar-se um pouco. A partir daí as primeiras brigas entre as amigas começam a surgir.  

É uma fase que todo mundo passa, eu sei. Eu já passei por isso e confesso que praticamente a Sarah narrou minha cena de briga, porém por motivos nada parecidos com o dela. 

Minha classificação: 2 de 5

Achei que o livro deu muita importância ao Joe, aos sentimentos da Sarah deixando ela um tanto boba, mesmo sabendo o óbvio de que ele não passava de um cara que queria diversão com ela. Sinceramente, ficou muito cansativa a leitura.

Não tinha um clímax, sabe? A historia se resumia a ela “correr atrás” dele e ele não ligar para isso. 

Não sei como será a reação dos adolescentes lendo esse tipo de livro, talvez eu pensasse: “nossa, amei esse livro, é tudo o que eu to passando nesse momento”, mas é como falei uma vez por aqui, já passei dessa fase, sabe? Talvez não tenha tanta "graça" pra mim, mas pra você que tá passando por isso tenha

Vi em uma crítica onde dizia que Ali Cronin fala de jovens para jovens. Nesse quesito eu concordo por que todos nós já passamos por algo parecido, principalmente brigas com amigas ou desilusões amorosas, etc.

Se você for ler esse livro achando que irá "acrescentar" algo na sua vida ou vai dormir com um sorriso bobo no rosto, não vai. Até por que é a realidade de muitos jovens, assim como já foi a minha.

Como falei, a sinopse basicamente narra todo o livro, então não tem muito o que falar sobre. 

Consegui finalizar a leitura em um dia, não por que eu tenha gostado e sim por que eu queria ver se aquele cenário chato dela ficar correndo atrás do garoto se acabaria e iria para os finalmente de ser feliz. 

A leitura fluiu muito bem, a escrita da autora é bem fácil de entender, não tem muito o que interpretar, apenas ler. Eu achei muito parecida com autoras nacionais. Se não soubesse a nacionalidade da autora, imaginaria que poderia ser de alguma autora nacional. 

Espero sinceramente que os demais livros sejam melhores. 

Sobre seus melhores amigos, de cara gostei muito do Ollie. Achei que formaram um grupo e tanto, mas não tenho muito o que falar ainda, pois não conhecemos eles como gostaria. 

Espero que tenham gostado!

Alguém já leu a série?

Beijos, Lah!

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Não gostei do filme Bokeh

Hey gente!

Inicialmente, eu iria apenas adicionar o filme Bokeh na lista de filmes que não gostei e resumir em um parágrafo o motivo de eu não ter gostado, mas ao finalizar minha opinião percebi que escrevi muito mais sobre ele do que o esperado.

Eis que resolvi trazer minha opinião mais detalhada sobre o filme Bokeh em forma de resenha. Ele está atualmente no catálogo da Netflix para quem tiver curiosidade de assistir.
Em um refúgio romântico na Islândia, um jovem casal americano acorda numa manhã e descobre que as pessoas na terra desapareceram. Sua luta para sobreviverem e para conciliarem o evento misterioso os levam a reconsiderarem tudo o que sabem sobre si mesmos e sobre o mundo.
Título Original: Bokeh
Direção: Geoffey Orthwein, Andrew Sullivan
Gênero: Suspense, Drama
Ano: 2017

O cenário é o seguinte: o casal Jenai e Riley vão fazer uma viagem de cinco dias para a Islândia e até aí ok, né? Chegando por lá, dão uma de turista gente como a gente, captando todos os pontos turísticos, melhores ângulos para as fotos e seguindo a rotina normal estabelecida.

De repente, enquanto eles se preparavam para mais um dia, percebem que a cidade estava mais parada que nunca. E é aí que encontramos o erro, não é mesmo?
A população sumiu, misteriosamente. E não foi só o pessoal da Islândia, basicamente, a terra parou e por algum motivo não "afetou" os dois.

Primeiramente, por que a população sumiu? Segundo, por que só eles dois sobreviveram a esse mistério?

Não gostei do filme devido 1) questionamentos não respondidos, 2) os acontecimentos finais não tiveram sentidos, 3) o final propriamente dito não "finalizou", mas deixou subtendido o que aconteceria (ou talvez nem acontecesse o imaginado), 4) o que o título tem a ver com o filme?
Algumas cenas pareciam até que podiam desvendar o mistério, mas não passaram de alarmes falsos. Eu tive umas três suspeitas do que poderia ser. Era como se os diretores tivessem propositalmente gravado uma cena fazendo o telespectador pensar que um simples objeto poderia ser o causador disso tudo, entendem? Semelhante aos filmes mais clichês do mundo, que você sabe o óbvio e as cenas tendem a você perceber isso. 

Pensei que poderia ser um filme semelhante ao mistério da série Under The Dome, mas não foi. Quer dizer, nem isso sabemos por que o filme não conta.

Bokeh é um termo japonês de fotografia e pelo que entendi é a parte borrada/desfocada daquela foto que você decidiu focar em uma única coisa, sabe?
Claro que deve ter uma reflexão por trás do filme, mas fiz o papel de pessoa que encontrou um filme aleatório com sinopse legal na Netflix e resolveu assistir pensando que seria um filme para passar o tempo e quebrou mais a cabeça do que imaginava, não é mesmo?

O filme finalizou sem responder as três perguntas citadas por aqui, infelizmente.
Um ponto positivo para o filme é o cenário incrível, as imagens são lindas. Não é um filme com muitos personagens (são apenas três), mas vemos vários pontos da Islândia.

Espero que tenham gostado!

Quem já assistiu? Me contem a opinião de vocês!

Beijos, Lah!
 
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